segunda-feira, 13 de abril de 2009

A gravata.

Vi esse texto como forma de notícia histórica no G1 e achei muito interessante, pois o efeito da gravata em um traje masculino pode fazer toda a diferença entre um homem bem vestido ou não.

Abaixo, um pouco de história dessa peça do vestuário tão importante, tão masculina e que representa um símbolo de poder.

Meu objetivo é provocar as pessoas e blogs especializados no assunto para que escrevam mais sobre essa peça do vestuário masculino, dando dicas ou até acrescentando um pouco mais de história.

Espero que você goste do texto abaixo.

Boa leitura!!!




O homem enrola e amarra pedaços de pano ao redor do pescoço há centenas de anos, mas a gravata, na forma fina e comprida com que a conhecemos hoje, só foi popularizada no século XX.

Usada de diversas formas, tamanhos e cores, ela sempre simbolizou o poder masculino e representa, ainda hoje, respeito e formalidade.




Rei francês Luis XIV usa 'cravate' em 1667



Roupa de guerra

Segundo Miti Shitara, professora de história da moda da faculdade Santa Marcelina, há registros de uso de lenços no pescoço por soldados chineses, no século III A.C. e também entre o Exército da Roma Antiga, como sudário. "O lenço protegia não só do calor, mas também servia para estancar sangue e limpar a boca, por exemplo."

No Ocidente, a história mais conhecida sobre a origem da gravata data de 1618, quando um regimento croata passou por Paris durante a Guerra dos Trinta Anos usando um lenço no pescoço. Segundo Shitara, em entrevista ao G1 por telefone, o adereço, usado com renda e depois chamado de 'cravate' (derivado da palavra 'croata'), virou moda na França, e passou a ser usado pela nobreza e pela realeza - Luis XIV foi um dos adeptos do novo estilo.



Dandies parisienses de 1830


"Toda a corte do rei sol usava a peça, que era feita de tiras de tecido (geralmente linho branco muito bem engomado) enroladas no pescoço formando uma cascata na frente. A extremidade era enfeitada com rendas e pregas."

Dândis engravatados

Após a Revolução Francesa, a moda masculina ficou mais sóbria e vários elementos caíram. Mas a gravata continuou forte. Na começo do século XIX, o inglês Bryan Brummel ('O Belo Brummel') criou um novo estilo que reforçou o símbolo de poder das 'cravates': o dândi.

Marcadas pela sobriedade, as roupas dândis não levavam acessórios, jóias ou bordados. Além de calça comprida, colete e casaco, os dândis usavam uma gola alta com um lenço com nós sofisticados. "Brummel fazia vários tipos de nós elaborados e até o rei da Inglaterra na época visitava sua casa para aprender os tipos de amarrações", explica Shitara.

Segundo uma reportagem da revista americana "Forbes", nos anos 1800, se um homem tocasse o lenço no pescoço de outro a ofensa era tanta que poderia acabar em duelo. Ainda de acordo com a "Forbes", a gravata moderna surgiu em 1860, quando se começou a amarrar o lenço como os nós das rédeas de carruagens de quatro cavalos - o hoje chamado 'nó simples'.

O poder masculino

Na Inglaterra do século XIX, as 'cravates' já eram usadas por universitários e em regimentos militares, escolas e clubes. Nessa época eram do tipo borboleta. "No final do século, se começou a usar uma fita mais fina com um anel, que deu origem ao formato atual", conta Shitara.

Embora as variações no estilo tenham mudado ao longo do tempo, a gravata sempre foi símbolo de poder e de respeito. "Os Exércitos do século XVII eram compostos de nobres. O lenço no pescoço sempre simbolizou status e formalidade. Até hoje ela é usada em ocasiões formais."


Representante da masculinidade, a gravata mudou de formas algumas vezes durante o século XX. "Na década de 1930, na época de recessão econômica, as gravatas ficaram largas, os ombros cresceram, e as lapelas também. Pode-se interpretar como um contraponto de uma fragilidade em que o homem precisa se tornar forte. Na década de 1970 aconteceu algo parecido. Não me surpreenderei se agora, em meio a essa crise, uma gravata mais larga voltar a aparecer", explica a professora Shitara.


FONTE: http://g1.globo.com - 24/01/09 - 14h 15min - Atualizado em 26/01/09 - 08h 54min



domingo, 12 de abril de 2009

FELIZ PÁSCOA!!!



Páscoa...



É ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencer toda a sorte de sofrimento.

É ajudar mais gente a ser gente,
É viver em constante libertação,
É crer na vida que vence a morte.

É dizer sim ao amor e a vida,
É investir na fraternidade,
É lutar por um mundo melhor,
É vivenciar a solidariedade.

É renascimento, é recomeço,
É uma nova chance para melhorarmos
as coisas que não gostamos em nós,
Para sermos mais felizes por conhecermos
a nós mesmos mais um pouquinho.

É vermos que hoje...
somos melhores do que fomos ontem.


Hoje é domingo de Páscoa, e eu quero desejar à minha filha Nathália e a todos os amigos uma FELIZ PÁSCOA, cheia de muita paz, amor e saúde.

sábado, 11 de abril de 2009

Cães morrem com suspeita de envenenamento no Campus do Vale da UFRGS.




Ação revoltou grupo que zela pela saúde dos animais que vivem no local.




Para qualquer local que se olhe dentro do Campus do Vale da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), lá está um cão. Já virou uma característica do local. Porém, desde o último sábado, o número de animais tem diminuído. Seis cachorros foram encontrados mortos e um está desaparecido. A principal suspeita é envenenamento.

Como o campus é aberto, não há nenhum tipo de restrição à entrada de pessoas e animais no espaço. O fato atraiu a presença de animais, basicamente cães, que passaram a habitar os prédios e a mata que rodeia as salas de aula. Muitos deles caminham pelo corredores, por entre alunos e professores.

Mas a presença da matilha não agrada a todos. É o que diz Mara Rejane Ritter, coordenadora da Associação dos Defensores de Animais do Campus do Vale da UFRGS, projeto que reúne funcionários, alunos e professores imbuídos em acolher os cães que vivem na universidade.

— Há pessoas que não concordam com a presença dos animais aqui no campus. Sempre foi assim. Mas a maneira mais equivocada de resolver o problema é matando os bichos. Outros aparecerão e tudo vai continuar igual. O que está acontecendo desde sábado é uma barbárie — afirma.

Os cães mortos foram levados para análise, mas o resultado da perícia, que apontará a causa da morte, só ficará pronto em 10 dias. Mara garante que diversos veterinários examinaram os cães mortos e todos afirmaram que os indícios são de envenenamento.

No sábado, três animais amanheceram mortos. No domingo, outros três, e um sumiu. Os corpos dos animais estavam espalhados pelo campus quando os integrantes da associação chegaram ao local. Ao constatar as mortes, registraram ocorrência na delegacia de polícia.

— Damos comida, castramos e estamos sempre atentos aos animais. São cães saudáveis. O cercamento da área seria a melhor solução, mas não há verba para isso, então, temos que tentar conviver com eles da melhor maneira possível — diz Mara.

Desnorteado com a possível dose de veneno, um animal despencou do primeiro andar do prédio antes de morrer. Cartazes com fotos dos corpos dos cães estão espalhados pelo campus para alertar a comunidade acadêmica para a gravidade do fato. Atualmente há mais de cem animais habitando o local.


FONTE: www.clicrbs.com.br - 09/04/09 - 11h 22min



sexta-feira, 10 de abril de 2009

Calar-se não é pecado.


Ouvir requer um processo de atenção constante, pois é muito mais complexo que o ato de escutar. Pra compreender o sentido dos sons que chegam aos nossos ouvidos é preciso ter percepção inteligência, interesse e, principalmente respeito pelo outro.

Há o tempo de falar e há o tempo de calar-se. E entre esse dois tempos deve prevalecer o equilíbrio entre dar e receber informações, verificando se houve real entendimento mútuo. Não fomos educados para ouvir, e isso emperra o processo comunicativo, favorecendo distorções e bloqueios.

Ouvir pode exigir dos mais ansiosos um esforço quase sobre-humano, pois é necessário que haja disciplina e organização de idéias (enquanto o outro fala, é preciso frear a imaginação, que normalmente voa para diversos lugares em poucos segundos). Ouvir pode também causar frustrações, ao descobrir-se que, muitas vezes, o interlocutor tem idéias bem mais interessantes que as nossas.

A harmonia entre o falar e o ouvir é o resultado de uma lapidação interna que pode conduzir ao autoconhecimento e à maturidade psíquica. É preciso não ter medo de calar-se. O silêncio não é um vácuo a ser preenchido por uma torrente frenética de palavras, mas é o tempo significado para se refletir sobre o que o interlocutor diz.

Saber ouvir facilita as relações interpessoais, tornando-as mais eficazes.

Algumas sugestões para aprimorar o ato de ouvir:

  • Saiba porque está ouvindo;
  • Crie um clima de interesse e receptividade;
  • Escute prestando atenção;
  • Concentre-se no assunto em questão;
  • Não interrompa o emissor;
  • Evite a ansiedade enquanto ouve;
  • Busque o estado de prontidão e não o de tensão;
  • Espere que o interlocutor conclua sua idéia;
  • Evite distrair-se com ruídos externos;
  • Utilize a empatia;
  • Ouça sem medo, sem precipitações e sem julgamentos preconceituosos;
  • Sempre que houver oportunidade, procure resumir numa frase tudo o que entendeu.

Quem finge saber ouvir engana o seu interlocutor e transforma a possibilidade de comunicação em uma farsa.

Ouvir é bem um ato de civilidade e educação, que facilita uma comunicação autêntica e legítima, uma liderança mais democrática, contribuindo para o surgimento de ações mais sensatas e produtivas.

Vamos aprender a ouvir?

(por Eunice Mendes)

O que é ser Bancário?




E foi um Bancário que bolou essa...


1 - Você trabalha em horários estranhos (que nem as putas).

2- Te pagam para fazer o cliente feliz (que nem as putas).

3- Seu trabalho vai sempre além do expediente (que nem as putas).

4- Você tem que ser produtivo de dia e de noite (que nem as putas).

5- Você é recompensado por realizar as idéias mais absurdas do cliente (que nem as putas).

6- Seus amigos se distanciam de você e você só anda com outros iguais a você (que nem as putas).

7- Quando vai ao encontro do cliente, você precisa estar apresentável (que nem as putas).

8- O cliente sempre quer pagar menos e quer que você faça maravilhas (que nem as putas).

9- Quando te perguntam em que você trabalha, você tem dificuldades para explicar (que nem as putas).

10- Se as coisas dão errado é sempre culpa sua (que nem as putas).

11- Todo dia você acorda e diz: NÃO VOU PASSAR O RESTO DOS MEUS DIAS FAZENDO ISSO (que nem as putas).

quinta-feira, 9 de abril de 2009

terça-feira, 7 de abril de 2009

O que é um PEIDO para quem já está CAGADO?



A expressão do título é conhecida de todos, mas o texto que a originou é menos. É uma obra de Luis Fernando Veríssimo sobre a obra veríssima que ele fez numa viagem para Miami.



Aeroporto Santos Dumont, 15h 30min.

Senti um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse.

Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas.

Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão.

'Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo, o avião só sairía às 16:30'.

Entrando no ônibus sem sanitários, senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.

Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutilmente, falei:

'Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro.'

'Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda.'

O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: 'Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido a obras na pista.'

Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento.

Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro.

O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado.

Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado.

Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada.

Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal.

Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de piedade, e confessei sério:

'Cara, caguei!'

Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle.

'Que se dane, me limpo no aeroporto', pensei.

'Pior que isso não fico'.

Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda.

Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés.

E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líqüida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar. Afinal de contas, o que era um peidinho para quem já estava todo cagado...

Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez. Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto.

Mas era tarde demais para tal artifício absorvente.

Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.

Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas.

Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei falta de papel higiênico em todos os cinco.

Olhei para cima e blasfemei: 'Agora chega, né?'

Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.

Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o 'check-in' e ia correndo tentar segurar o vôo.

Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. 'Ele tinha despachado a mala com roupas'.
Na mala de mão só tinha um pulôver de gola 'V'.

A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.

Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis.

Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história.

As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a10.

Teria que improvisar.

A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar.

Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar.

Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e
o pulôver gola 'V', sem camisa.

Mas caminhava com a dignidade de um lorde.

Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o 'RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO' e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria.

A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo.

Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir:

'Nada, obrigado.'

Eu só queria esquecer este dia de merda. Um dia de merda...

Obama e Lula.

Corrupto.

Madona

Uma história comovente do Padre Fábio de Melo.


Vi certa vez uma história de vida do Padre Fábio de Melo contada por ele próprio no programa do Raul Gil, no quadro em que são homegeados personagens. Esse relato me comeveu e me ensinou muito, e veio a mim em um momento importante da minha vida, a qual eu estava precisando exatamente dessas palavras. Sei pouco sobre esse Padre, só sei que é cantor, faz o estilo dos padres carismáticos, mas sua história é realmente linda, e tem muito a nos ensinar. Vou relatar a história com minhas palavras, pois não encontrei nada na internet com relato próprio.

O Padre Fábio de Melo relatou mais ou menos ou seguinte:

O padre relata que tinha um amigo que estava com câncer em fase terminal, e ele (Padre) se prontificou a ficar no hospital e passar uma noite cuidando do amigo. Durante à noite, no quarto escuro, o padre dormia enquanto o amigo acordou devido às dores. Sem acordar o padre, o amigo pegou o seu remédio para dores e tomou, mas continuou gemendo de dor, pois a mesma não passava.

Com os gemidos, o padre acordou e no escuro ouviu o amigo gemendo de dor, e perguntou:

- Você está com dor?

E o amigo respondeu:

- Meu amigo, estou com muita dor, e tomei meu remédio sozinho e a dor já vai passar.

E o padre respondeu:

- Mas eu estou aqui para ajudá-lo, meu amigo, e uma das minhas funções era alcançar-lhe o remédio quando você tivesse dores.

O amigo, na sua doença, ensinou-lhe uma grande lição.

- Você está enganado, meu amigo, disse o doente. Seu maior conforto não é me alcançar o remédio, mas a sua presença ao meu lado, fazendo-me companhia. A dor já vai passar, graças ao remédio, e a sua presença mesmo em silêncio me conforta.

O padre realmente se deu conta que o que temos para dar do nosso interior e do nosso ser, a nossa simples presença, um abraço sem palavras, o conforto de um amigo, um apoio, e palavras de carinho são mais grandiosos do que dinheiro e coisas materiais.

Por isso, o importante é ser e não ter, para poder ter o que dar as pessoas, que realmente valha a pena e faça a diferença na vida.


domingo, 5 de abril de 2009

Sua Escolha - por Brunno Soares.


Li essa crônica em um outro blog, parece que foi escrita por mim, e pode ser que você tenha a mesma percepção ao ler esse texto.

Existe uma infinidade de pessoas que tem sentimentos semelhantes. As circunstâncias podem não serem as mesmas, as posições dos protagonistas serem diferentes, os personagens também serem diferentes, mas os sentimentos que se desenvolvem no interior das pessoas o são: angústia e vazio.

O ser humano pode parecer tão complexo, um verdadeiro universo a ser desvendado, mas ao mesmo tempo é tão simples, pois tem a capacidade de desenvolver os mesmos sentimentos com histórias de vida diferentes.

Escolhas são processos decisórios difíceis e estão sujeitas a uma diretriz importante da vida, que é a relação "causa-efeito". Por isso que conselhos não devem ser dados às pessoas, pois as consequências caberão a quem fez a escolha, sendo que a pessoa que emite o conselho o faz baseado em sua bagagem de vida.

As escolhas sempre pressupõem perdas e ganhos, e no processo decisório o saldo de ganhos terá que ser positivo, senão você não fará boas escolhas.

Ahhh...!!!! Que bom seria se tivéssemos muitas vidas e não precisássemos fazer escolhas, mas a coisa não funciona assim, pois temos uma só vida no presente a ser vivida.

Meu amigo, se você tem que fazer escolhas, desejo-lhe sorte no seu processo decisório, e seja bem-vindo à vida!!!

Boa leitura e reflexão.




Sua Escolha - por Brunno Soares

02.09.2004

Nem tudo foi criado pra durar para sempre e durante nossa vida encontramos coisas assim, por exemplo, o ingresso do parque de diversões não dura pra sempre, uma colônia de férias só dura, obviamente as férias, o tempo de colégio também não dura pra sempre, a consulta ao dentista, graças a Deus não dura pra sempre, e até algumas amizades não duram pra sempre.

Devemos viver com isso em mente; que tudo aqui é passageiro, superficial talvez. Cansei de ouvir pessoas dizendo, “eu nunca vou te esquecer”, vai ser difícil sem você” ou até “sinto saudades”, mas eu me questiono até onde é verdade e até onde isso passa a ser somente frases bonitas em letras garrafais nas raras cartas que recebo.

Seria egoísmo meu achar que essas amizades não durarão para sempre? Ou seria a mais dolorosa verdade? De fato, não consigo ver resposta certa! O que vejo é, que quanto mais o tempo passa ou quanto mais aumenta a distancia esses “amigos” se afastam ainda mais, tornando quase impossível acreditar que há, ou até mesmo que um dia houve, um sentimento tão forte que me faria desejá-los do meu lado pra sempre.

Mas apesar de tudo, a gente segue, sem olhar pra trás, com a esperança que um dia tudo volte ao normal, ou pelo menos fique claro! Às vezes sinto-me como um peso nos ombros desses amigos, um fardo tão doloroso que seria melhor deixá-lo e seguir sozinho.

O pior é que tudo começa assim, você tem que ir embora por circunstâncias que não pode enfrentar, depois vêm aqueles pensamentos, o que será de mim sem eles? Parece que tudo perde sentido se não os tenho por perto. O tempo passa, algumas cartas cheias de ânimo, de mensagens positivas, de declarações inegáveis de amor e respeito eterno, depois, são algumas cartas a menos, um mês sim, outro não, dois meses, e por ai vai...

Se ao menos eu pudesse tirar do peito o que me prende a eles, o faria. Ter alguém pela metade é bem pior do que não tê-la! Não sentir, seria hoje bem melhor do que esperar, esperar e esperar...

Entretanto, até as ausências nos trazem lições, a mim, varias: as pessoas mudam com o tempo, ou se revelam, tiram suas máscaras e a beleza dá lugar a uma frieza extremamente angustiante; Temos que aprender que as pessoas têm o direito de nos tirar de suas vidas, mesmo que isso venha a doer mais em nós, pois não estamos preparados para o desprezo; Não me cabe julgar se eles estão errados, um dia eu posso fazer o mesmo que eles.

Na verdade, é tudo uma questão de escolha! O doloroso mesmo é saber que não posso fazer nada para mudar o sentimento, ou a falta dele nos meus amigos, aceitar é o melhor que posso fazer.

Meu amigo, você que está lendo, saiba que de maneira alguma escrevi isso para lhe acusar, não mesmo. Mas se, por ventura, agora ao acabar de ler você não estiver sentido nenhum aperto no peito, sorria! Pois é sinal que tudo continua exatamente do mesmo jeito entre nós. Porém se você sentiu algo dentro de você, uma voz sussurrando “ouça”, ou o aperto no peito... Pense bem, não será a hora de mudar? Ou de esclarecer as coisas e fazer sua escolha? Não se sinta na obrigação de me manter em sua vida, eu entendo suas escolhas, também farei às minhas um dia, mas, por favor, só não continue a me deixar com esse vazio no peito, com essa falta em mim que vem de você.

Lembre-se: é tudo uma questão de escolhas! Estou preparado para qualquer que seja a tua escolha, afinal, você me treinou para ela todo esse tempo. Agora, uma última coisa, não tenha medo, a vida nos trará novas oportunidades amanhã, porém esse amanhã começa hoje, no exato momento em que você terminar de ler esse texto e decidir por nós dois. Vá em frente, esse texto foi feito pra você!

Frases da Tecnologia da informação.


Quem trabalha com desenvolvimento ou mesmo é da área de TI - Tecnologia da Informação, muitas vezes tem suas frases de efeito. Conheça aqui 3 frases de famosos da área.


“Se construtores de edifícios construíssem seus prédios como os programadores escrevem seus programas, o primeiro pica-pau que viesse poderia destruir uma civilização.” - Gerald Weinberg


“Hoje a programação é uma corrida entre os engenheiros de software para tentar construir maiores e melhores programas à prova de idiotas, e o Universo tentando produzir maiores e melhores idiotas. Até agora, o Universo está ganhando.” - Rich Cook


“Eu sempre quis que o meu computador fosse tão fácil de usar como o meu telefone, o meu desejo foi realizado pois eu já não consigo descobrir como usar o meu telefone.” - Bjarne Stroustrup



sexta-feira, 3 de abril de 2009

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Paciência.


Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia. Por muito pouco a madame que parece uma "lady" solta palavrões e berros que lembram as antigas "trabalhadoras do cais"... E o bem comportado executivo?

O "cavalheiro" se transforma numa "besta selvagem" no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...

Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma "mala sem alça". Aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice.

O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.

Outro dia, vi um jovem reclamando que o Banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado...

Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso, e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.

Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.

A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.

Pergunte para alguém, que você saiba que é "ansioso demais" onde ele quer chegar?

Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.

E você?
Onde você quer chegar?
Está correndo tanto para quê?
Por quem?
Seu coração vai aguentar?
Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?
A empresa em que você trabalha vai acabar?
As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?

Respire... Acalme-se...

O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência...

NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL. SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA.

Arnaldo Jabor.


OBSERVAÇÃO DO BAR DOS NAVEGADORES: Existe no texto um efeito poético, talvez uma metáfora, que é uma heresia, mas que o mestre Jabor deve ter escrito propositadamente. Se você descobrir, ou observar o que eu observei, comente!!!


terça-feira, 31 de março de 2009

O dilema da porta giratória.

“Cliente de banco se queixa da porta giratória: ele diz que foi impedido de entrar na agência porque se negou a tirar uma jaqueta que tinha fivelas de metal.”

Cotidiano, 11 set 2000






Poucos dias depois do incidente com o homem da jaqueta, uma mulher, ainda jovem tentou entrar numa agência bancária e também ficou presa na porta.

Em princípio, os seguranças tiveram dificuldade em identificar que tipo de objeto havia sito detectado pelo equipamento eletrônico, mas a própria moça encarregou-se de avisá-los:

- É isto aqui.

Tratava-se de um grande broche de metal que ela tinha preso ao casaco.

- Pois então tire - disse o segurança.

Para sua surpresa, a resposta foi uma irritada negativa:

- Não tiro coisa nenhuma. E soltem de uma vez esta porta que eu quero entrar.

O gerente foi chamado. A ele a moça explicou, num tom mais cortês, que a jóia, na realidade uma bijuteria barata, era a última lembrança que tinha de sua falecida mãe:

- Ela pediu que eu a levasse sempre comigo. Tirar este broche, agora, seria uma afronta à sua memória.

Atrapalhado, o gerente não sabia o que fazer. Poderia, claro, endurecer; mas... se a moça armasse um escândalo? Se a coisa terminasse na TV, nos jornais? Decidiu consultar seus superiores. Enquanto isso, a moça teria de guardar ali, presa na porta.


- Não me importo - disse ela -, desde que eu possa cumprir o último pedido da minha querida mãe, nada é problema para mim.


O gerente telefonou para seu superior imediato, que também ficou perplexo com o dilema: nunca se vira diante de uma situação tão inusitada. Teve, pois, de ligar para a Direção Geral do Banco. Uma reunião de emergência foi convocada, contando inclusive com a presença de assessores da imprensa. Enquanto isso, a situação na agência caótica; as pessoas presas lá dentro tinham sido retiradas por uma porta lateral, mas a fila à frente era enorme. Ao telefone, o gerente implorava por uma solução.


Que finalmente veio; a cliente poderia entrar, com broche e tudo.


Uma vez lá dentro, o assalto foi rápido. Sacando um pequeno revólver da bolsa, ela mandou todo o mundo deitar no chão, a rotina de sempre. Coletou o dinheiro dos caixas e saiu sem problemas. Na pressa, o broche desprendeu-se do casaco e caiu no chão, mas ela não se deu ao trabalho de apanhá-lo. O gerente disse depois que nunca tinha visto tamanha falta de consideração com o último desejo de uma mãe moribunda.


O Imaginário Cotidiano
Moacyr Scliar

domingo, 29 de março de 2009

Como se transformar num poupador.


Primeiros passos: como aprender a poupar?

Poupar não é uma tarefa fácil para a maioria das pessoas... Mas isso não é motivo para desistir!

Para começar, é importante analisar como você tem se relacionado com o dinheiro. Por exemplo: a todo instante somos bombardeados por anúncios que nos levam a confundir desejos com necessidades. Como você reage?

Também contribui para esta dificuldade o fato de que somos induzidos a acreditar que "consumindo" seremos mais felizes, mais realizados profissionalmente, melhor aceitos e integrados na sociedade.

Esta é, na verdade, a razão pela qual, para se transformar em um poupador, você precisa estar preparado para uma mudança drástica na forma como se relaciona com o dinheiro. Poupar não é algo natural, instintivo, é algo que você precisa aprender a fazer, e isso exige esforço!

Como estarei daqui a alguns anos?

Reflita sobre o seguinte: se você não mudar a forma como administra o seu dinheiro, onde estará daqui a alguns anos? É bem provável que, ao fazer esta reflexão, você se conscientize que, se não fizer nada, não terá a aposentadoria dos seus sonhos. Talvez seja este o incentivo que falta para que você se convença da necessidade de se transformar em um poupador.

Aqui é importante reforçar que a intenção não é criar um "pão duro", mas sim desenvolver em você o entendimento de que poupar não significa abrir mão para sempre de um sonho, mas sim adiá-lo por algum tempo, pelo simples fato de que ao poupar poderá realizar sonhos ainda maiores no futuro.

E para que você não se transforme em "pão duro", procure o equilíbrio. Isto é, adie alguns sonhos, mas realize outros no meio do caminho, senão você acaba se desanimando.

Analisando a relação?

Para se transformar em um poupador bem-sucedido, você precisa ter certeza de que seu esforço será compensado. E nada melhor, para isso, do que pensar nos seus objetivos e metas. O que exatamente você gostaria de alcançar? É importante que esta meta reflita os seus valores e necessidades, e não apenas desejos desenfreados de consumo.

Feito isso, é hora de "analisar" a sua relação com o dinheiro. Você sabe para onde está indo o seu dinheiro? Você está usando-o de forma produtiva? Quais os fatores que levam você a gastar? Escreva em um caderno tudo aquilo que gastou e o porquê desta decisão. É bastante provável que você consiga estabelecer uma relação emocional para os seus gastos, ou seja, é possível que você constate que gasta mais quando está triste, quando está estressado etc.

Além de entender melhor como decide gastar o dinheiro, manter um controle dos seus gastos lhe dará uma idéia mais clara sobre onde pode cortar "gorduras". Como a maioria das pessoas, você certamente tem a sensação de que seu dinheiro sai mais rápido do que entra. Tente entender que razões escondidas levam a uma saída mais rápida do seu dinheiro.

Pesquisar preços é uma forma construtiva de cortar gastos sem grandes sacrifícios, pois permite que você mantenha o seu padrão de vida, ou seja, compre o carro que quer, mas a um custo menor. Porém, para quem tem um padrão de gastos acima do que a sua base de receita permite, não é possível se transformar em um poupador sem uma mudança no seu padrão de vida.

Crie o hábito de poupar

A maioria das pessoas gasta sem pensar, ou seja, consome por impulso. Por que não fazer o mesmo com a sua poupança? Como? Simples, imagine que você financiou seu carro, e agora, após longas 36 prestações, acabou de quitá-lo.

Será que não vale a pena investir o dinheiro que antes estava sendo gasto com o pagamento da prestação? Afinal, você já havia acomodado o seu orçamento para esta saída e, a menos que tenha uso melhor para o dinheiro, esta pode ser uma forma interessante de começar a poupar.

Procure reduzir as chances de você usar de maneira indevida o seu dinheiro. Quando for ao shopping, por exemplo, deixe em casa os cartões e o cheque, e leve apenas a quantia necessária para comprar o que você precisa. Adote a postura de sempre questionar a necessidade de cada gasto que você incorre, e logo verá que pode economizar bastante apenas controlando seus impulsos.

Controle os impulsos

Cuidado com as compras on-line, além de facilitarem a sua vida, elas podem deixar um rombo no seu orçamento. Além da comodidade de se comprar sem filas, a internet permite que você use o cartão de crédito para pagar. O problema é que você acaba não tendo a sensação real de que está gastando.

Quando você vai ao shopping, depois de algumas compras, o número de sacolas aumenta, e você, senão pelo bom-senso, mas sim pelo peso, começa a refletir se não perdeu o controle! Isso não acontece nas compras on-line. Talvez seja este consumo por impulso que explique, ao menos parcialmente, por que o valor médio das vendas on-line superar a média do comércio em geral.

Neste processo de se transformar em um poupador, você certamente terá alguns obstáculos no meio do caminho, que irão tornar o alcance do seu objetivo mais difícil. A questão aqui é não desanimar: a escolha da palavra investimento não é aleatória, poupar exige tempo e paciência.

Finalmente, não se esqueça de que, se você não estiver convencido de que a mudança é necessária, provavelmente nunca conseguirá se transformar em um poupador.


Um "PAC" com a Dilma?


Cordel de Miguelzim de Princesa, direto do Cariri.

I-

Quando vi Dilma Roussef
Sair na televisão
Com o rosto renovado
Após uma operação
Senti que o poder transforma:
Avestruz vira pavão.

II-

repente ela virou
Namorada do Brasil:
Os políticos, quando a vêem
Começam a soltar psiu
Pensando em 2010
E em bilhões que ela pariu.

III-

A mulher que era emburrada
Anda agora sorridente
Acenando para o povo
Alegre mostrando o dente
E os baba-ovos gritando:
É Dilma pra presidente!

IV-

Mas eu sei que o olho grande
Está mesmo é nos bilhões
Que Lula botou no PAC
Pensando nas eleições
E mandou Dilma gastar
Sobretudo nos grotões.

V-

Senadores garanhões
Sedutores de donzelas
E deputados gulosos
Caçadores de gazelas
Enjoaram das modelos
Só querem casar com ela.

VI-

Também quero uma lasquinha,
Um pedaço de poder,
Quero olhar nos olhos dela
E, ternamente, dizer
Que mais bonita que ela
Mulher nenhuma há de ser.

VII-

Eu já vi um deputado
Dizendo no Cariri
que Dilma é linda e charmosa,
igual não existe aqui,
e é capaz de ser mais bela
que a Angelina Jolie,

VIII-

Diz que pisa devagar,
que tem jeito angelical
nunca gritou com ninguém
nem fez assédio moral,
nem correu atrás de gente
com um pedaço de pau...

IX-

Dilma superpoderosa:
8 bilhões pra gastar
Do jeito que ela quiser
Da forma que ela mandar!
(Sem contar com o milhão
Do cofre do Adhemar.)

X-

Estou com ela e não abro:
Viro abridor de cancela
Topo matar jararaca
Apago fogo em goela
Para no ano vindouro...
Fazer...um PAC com ela".


sábado, 28 de março de 2009

Porto Alegre é demais.


No aniversário dos 237 anos de Porto Alegre essa música tornou-se um verdadeiro hino à cidade.

Para quem conhece PoA, como é chamada carinhosamente, a letra faz muito sentido.

Minha filha Nathália ama essa música, e a cantamos juntos muitas vezes.


Porto Alegre é Demais

Isabela Fogaça

Composição: José Fogaça

Porto Alegre é que tem
Um jeito legal

É lá que as gurias etc... e tal

Nas manhãs de domingo

Esperando o Gre-Nal

Passear pelo Brique

Num alto astral


Porto Alegre me faz

Tão Sentimental

Porto Alegre me dói

Não diga a ninguém

Porto Alegre me tem

Não leve a mal

A saudade é demais

É lá que eu vivo em paz


Quem dera eu pudesse

Ligar o rádio e ouvir

Uma nova canção

Do Kleiton e Kledir


Andar pelos bares

Nas noites de abril

Roubar de repente

Um beijo fadio


Porto Alegre me faz

Tão Sentimental

Porto Alegre me dói

Não diga a ninguém

Porto Alegre me tem

Não leve a mal

A saudade é demais

É lá que eu vivo em paz


Porto Alegre me dói

Não diga a ninguém

Porto Alegre me tem

Não leve a mal

A saudade é demais

É lá que eu vivo em paz


Porto Alegre é demais!


Tinha que ser o Veríssimo...


E tudo mudou...

O rouge virou blush
O pó-de-arroz virou pó-compacto
O brilho virou gloss

O rímel virou máscara incolor
A Lycra virou stretch
Anabela virou plataforma
O corpete virou porta-seios
Que virou sutiã
Que virou lib
Que virou silicone

A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento
A escova virou chapinha
'Problemas de moça' viraram TPM
Confete virou MM

A crise de nervos virou estresse
A chita virou viscose.
A purpurina virou gliter
A brilhantina virou mousse

Os halteres viraram bomba
A ergométrica virou spinning
A tanga virou fio dental
E o fio dental virou anti-séptico bucal

Ninguém mais vê...

Ping-Pong virou Babaloo
O a-la-carte virou self-service

A tristeza, depressão
O espaguete virou Miojo pronto
A paquera virou pegação
A gafieira virou dança de salão

O que era praça virou shopping
A areia virou ringue
A caneta virou teclado
O long play virou CD

A fita de vídeo é DVD
O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O álbum de fotos agora é mostrado por email

O namoro agora é virtual
A cantada virou torpedo
E do 'não' não se tem medo
O break virou street

O samba, pagode
O carnaval de rua virou Sapucaí
O folclore brasileiro, halloween
O piano agora é teclado, também

O forró de sanfona ficou eletrônico
Fortificante não é mais Biotônico
Bicicleta virou Bis
Polícia e ladrão virou counter strike

Folhetins são novelas de TV
Fauna e flora a desaparecer
Lobato virou Paulo Coelho
Caetano virou um chato

Chico sumiu da FM e TV
Baby se converteu
RPM desapareceu
Elis ressuscitou em Maria Rita?
Gal virou fênix
Raul e Renato,
Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos
Agora só tocam lira...

A AIDS virou gripe
A bala antes encontrada agora é perdida
A violência está coisa maldita!

A maconha é calmante
O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz...

... De tudo.

Inclusive de notar essas diferenças

quinta-feira, 26 de março de 2009

"Uma imagem vale por mil palavras".


Esse provérbio chinês em si só é uma das mais belas verdades da vida, e economiza palavras quando se quer transmitir idéias e emoções de uma maneira eficiente.

Eu sempre tive a mania de me apaixonar por coisas e hobbies, e uma nova paixão que tem me assolado aos poucos tem sido a fotografia.

Parece ser tão simples registrar imagens. Hoje qualquer criança poder tirar uma foto, e todo mundo é um paparazzi, pois tem-se câmeras digitais de bolso e em celulares, que estão sempre à disposição das pessoas. Mas retratar um instante com qualidade não é tão simples assim.

Uma boa fotografia não deve registrar só uma imagem, mas deve passar emoções a quem a observa. E quanto maior for a facilidade de passar emoções e idéias de um instante infinitesimal, melhor será a foto.

Existe uma percepção maior a qual poucas pessoas dão-se conta, que é o porquê o autor quis retratar tal imagem ou conjunto de imagens. Se chegarmos a esse nível de percepção, poderemos também fazer uma leitura das emoções do próprio autor da foto e do seu momento de vida. É como se pudéssemos exergar um outro instantâneo que está por trás da câmera.

Uma boa fotografia exige técnica, estudo e desenvolvimento de percepção do fotógrafo, coisas que podem ser facilmente aprendidas quando se adquire paixão pela arte.

Um bom equipamento torna-se indispensável, porém, o grande valor de uma foto é ter-se qualidade com um equipamento simples, ou seja, aproveitar o equipamento ao máximo, usando-se aproveitamento da luz, composição de cena, e todas técnicas inerentes à esta arte.

A escolha do primeiro equipamento, talvez, seja um dos maiores desafios, pois temos que nos valer das opiniões de quem já domina um pouco o assunto, sem precisar investir muito.

O ideal é ler bastante, fazer um curso para iniciantes, que é o que estou pretendendo fazer, e procurar olhar o mundo com emoção através de uma lente.

O que me fez olhar com mais carinho para a fotografia, é o fato de perceber que um instante em nossa vida é único e não volta mais. Os instantes passam segundo a segundo, a vida passa constantemente, mas o que fica mesmo são as imagens retratadas.

Se a foto não for boa o suficiente para que outras pessoas sintam a emoção que você quis transmitir ou sentiu, de uma forma solitária, você poderá sentir as mesmas emoções daquele momento único, mas não poderá compartilhar suas emoções com outros.

Pessoas escrevem um livro com palavras, outros escrevem dezenas de livros com poucas imagens.

Escolha um bom equipamento, faça cursos, e leia bons livros para aprender a técnica, mas o fator principal é você: sua sensibilidade, os bons momentos da vida a serem desfrutados, e as emoções sentidas. Isso é que fará a principal diferença entre uma boa foto ou, simplesmente, um retrato sem brilho.

A escolha é sua: ou você registra momentos e os recorda sozinho, ou compartilha imagens e emoções, mesmo quando não estiver presente.

A fotografia foi uma ilusão deliciosa que o ser humano criou para tentar eternizar a vida.

terça-feira, 24 de março de 2009

Será mesmo que você é substituível?



Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível".
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio..
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? - o encara o gestor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio.


Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.

Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Albert Einstein? Picasso? Zico (até hoje o Flamengo está órfão de um Zico)?
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar.

E, portanto, são sim insubstituíveis. Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'gaps'.

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico...


O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro.

Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.


Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'; ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível".


Portanto nunca esqueça: Você é um talento único, com toda certeza ninguém te substituirá!


"Sou um só, mas ainda assim sou um.

Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa.

Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso.

O que eu faço é uma gota no meio de um oceano, mas sem ela o oceano será menor."

sábado, 21 de março de 2009

Que tal assar uma carninha???


CLIQUE EM CIMA DA IMAGEM PARA AMPLIAR.

A foto acima é da página policial de um jornal de Santa Rosa/RS.
Cabe lembrar que a cidade de Santa Rosa ficou conhecida nacionalmente por ser a terra natal da Xuxa.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Frases de Rubem Alves...

"Há gaiolas feitas com ferro e cadeados.
Mas as mais sutis são feitas com desejos. "



"Amar é ter um pássaro pousado no dedo.
E quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que,
a qualquer momento, ele pode voar.”


Rubem Alves

quinta-feira, 19 de março de 2009

Cuco

Na noite passada, fui convidada para uma reunião com 'as meninas'. Eu disse a meu marido que estaria de volta meia-noite: - Prometo! - eu disse. Mas, as horas passaram rapidamente e a champanhe estava rolando solta. Por volta das 3 da manhã, bêbada feito um gambá, eu fui para casa. Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e 'cantou' 3 vezes. Rapidamente, percebendo que meu marido podia acordar, eu fiz 'cu-co' mais 9 vezes. Fiquei realmente orgulhosa de mim mesma por ter uma idéia tão brilhante e rápida ( mesmo de porre ) para evitar um possível conflito com ele. Na manhã seguinte, meu marido perguntou a que horas eu tinha chegado e eu disse a ele:- Meia-noite! Ele não pareceu nem um pouquinho desconfiado.

- Ufa! Daquela eu tinha escapado!
Então, ele disse: - Nós precisamos de um novo cuco.
Quando eu perguntei por que, ele respondeu:
- Bom, de madrugada nosso relógio fez 'cu-co' 3 vezes, depois não sei porque soltou um '-caraaaaalhoooo!'. Fez 'cu-co' mais 4 vezes e espirrou. Fez mais 3 vezes, riu e fez mais 2 vezes. Daí, tropeçou no gato, derrubou a mesinha da sala, peidou, deitou e dormiu!!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Adivinha.... Que é o Bebê???

Quem é o bebê?


Lula vai para a Inglaterra visitar a rainha, ele a homenageia, trocam presentes, e lhe pergunta:- Companheira Rainha, como consegue escolher ministros tão maravilhosos?Ela lhe responde:- É fácil, senhor presidente, eu apenas faço uma pergunta inteligente e se a pessoa conseguir responder é por que ela é capacitada para ser ministro.Quer ver? Eu vou lhe dar um exemplo. A rainha pega o telefone, liga para Tony Blair e pergunta: - Tony, seu pai e sua mãe têm um bebê e, ele, não é seu irmão, nem sua irmã. Então, quem ele é? O ministro pensa, pensa, e responde: - Senhora rainha, esse bebê sou eu. Ela diz que a resposta está certa, agradece e desliga o telefone falando para Lula - Viu só? Ele merece ser ministro. Lula, maravilhado, volta para o Brasil, chama seu (ex) coordenador Ricardo Berzoíni e lhe pergunta: - Berzoini, seu pai e sua mãe têm um filho, ele não é seu irmão nem sua irmã. Então, que é ele? O ex-ministro pensa e pensa e responde: - Senhor presidente, eu vou consultar o pessoal do setor de inteligência e lhe trago a resposta.Vai para a sala de seus assessores e cobra a resposta, dizendo para irem rápido, que o presidente está esperando. Nenhum sabe a resposta,então um deles lhe diz para consultar a equipe de base que está mais ligada ao povo, que eles devem saber essas coisas. Seguindo o conselho, ele liga para a equipe de base e lhes faz a mesma pergunta. Também não souberam responder e disseram para o ministro perguntar ao ex-presidente Fernando Henrique. Então, Berzoíni liga para o ex-presidente e lhe pergunta: - Fernando Henrique aqui é o Berzoíni, eu tenho uma pergunta para você, que é sociólogo e pode nos ajudar nessa. Se seu pai e sua mãe têm um bebê e esse bebê não é seu irmão nem sua irmã então quem é esse bebê? O ex-presidente pensa e responde: - Ora, Berzoíni, é lógico que esse bebê sou eu...Berzoíni agradece, desliga o telefone e vai correndo contar para Lula a resposta da pergunta. Chegando na sala do presidente, vai falando:- Se meu pai e minha mãe têm um bebê e esse bebê não é meu irmão nem minha irmã, é lógico que ele só pode ser o Fernando Henrique. Então, Lula dá um grande sorriso e diz: - Companheiro Berzoíni, agora eu te peguei, sua resposta está errada, o bebê é Tony Blair !!!

Frase de 1867, porém muito atual...

"Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar
bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até
que se torne insuportável. O débito não pago levará os bancos à
falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado."



Karl Marx, "Das Kapital", 1867
(qualquer semelhança não é mera coincidência)

domingo, 15 de março de 2009

Banda larga.

Essa frase eu ouvi em um comercial da TIM, na TV, e achei muito interessante.

Para refletir:

"Toda banda larga é inútil quando a mente é estreita."

terça-feira, 10 de março de 2009

Mapa atualizado por um gaúcho.


OBSERVAÇÃO: O gaúcho é tão bairrista, que é por isso que existem tantas piadas de gaúcho pelo Brasil a fora.

Para ter-se na agenda...

"O valor das coisas não está no tempo que elas duram,
mas na intensidade com que acontecem.
Por isso, existem momentos inesquecíveis,
coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."

Fernando Pessoa.


Observação pessoal: Lembrei de muitas pessoas que passaram em minha vida quando li essa mensagem. Assim como eu, você poderá lembrar de muitas pessoas também.